Olhando através dos olhos dela o medo era quase imperceptível e ela era só isso, medo e saudade...
Talvez tudo isso não tivesse razão de ser, provavelmente tudo era coisa da cabeça dela. Mas até o pensamento de que aquilo era besteira a assutava ligeiramente.
Ela era uma moça estranha, sabe? Isso era o que mais diziam sobre ela, como a definiram: estranha, simplesmente. Mas em seu grande coração ela não enxergava que existiam esperanças e depois de relembrar tantas mágoas era inevítável o receio. Ela se sentia fraca, patética, ela era assim. E tudo o que ela precisava não estava ali agora e ela só tinha medo de que ali não fosse mais estar.
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