Chegaram no quarto e ela sentou na beirada da cama. Ele sorria seu sorriso repleto de vilania e, ao passo que se aproximava dela, sentia-lhe trêmula ali. Ele a beijava com tanto ardor, com tanta avidez que ela suava e se derretia e se rendia...
Ela o olhou e ele se descalçava.
Tirou a blusa dele, as calças e deixou que ele fizesse o mesmo corando um pouco. Ele inclinava-se sobre ela até que os dois ficaram completamente deitados. Ele abaixou as alças do sutiã de uma forma lenta e gentil que a fizeram se arrepiar toda. Tirou o sutiã, beijou-lhe os ombros, o colo. Mordia suavemente seus mamilos e depois subiam os seus beijos...No colo novamente, no pescoço, no queixo, na boca agora ofegante da menina que mal conseguia pensar em alguma coisa. Então as mãos dele deslizaram no corpo dela, nas coxas, na virilha. Roçava os dedos na calcinha e sorria ao vê-la enlouquecer. Ela tirou e o deixou tocá-la.
Os dedos dele proporcionavam-na um frenesi que ela nunca sentira antes, seu coração estava muito acelerado e seu corpo estava em chamas.Ele deitou ao lado dela e sorriu.
- Que foi, cansou?
- Não, é que eu gosto de ficar te olhando, só te olhando...
Ele estava apaixonado, não haviam dúvidas disso.
Ela subiu em cima dele e enfiou a mão dentro da cueca e ele se contorcia deliciando-se com as carícias dela. Ela tirou a cueca , beijou-lhe o corpo inteiro, até que a vontade de ambos era tanta, mas tanta, que ele a agarrou pelos braços e jogou-a pro lado e, agora por cima dela, foi com força sem que ela esperasse e um arrepio tomou conta de ambos. Ela ofegava e gemia, arranhava-lhe as costas com suas unhas pintadas de Cabaret e o comprimia sobre ela. Ele estava no céu. Foi aumentando o ritmo daquele vai-e-vem, apertava-lhe os seios, mordia-lhe os lábios até que sentiu um prazer tão grande, uma euforia e no instante seguinte foi tudo calmaria...
Deitou um pouco mais baixo e pousou a cabeça no colo dela, fechando os olhos em seguida.
Sentia as frágeis mãos dela alisando seus cabelos, mas de olhos fechados não podia vê-la encarar o espelho quase em frente a ela, parecendo não entender como ali tinha parado.
-Vem, toma um banho comigo, minha princesa...
-Okay.
Ela foi e os dois se beijaram, se abraçaram, conversaram e riram.
Ela vestiu uma blusa dele e deitou-se. Adormeceu enfim...
Acordou com a claridade batendo no seu rosto.
Olhou em volta e não reconheceu o lugar por um instante, até ver as foscas paredes amareladas e o homem ao seu lado...
Percebeu então que havia morrido de vez quando se viu incapaz de continuar com alguém como ele, o único que era bom com ela.
Vestiu suas roupas e partiu
Só sobrou um bilhete.
"Eu sempre fui assim: uma fraca, uma covarde. E eu não espero que você entenda, mas peço que não faça o que eu fiz, não perca-se de si. Tenha esperanças porque eu não as tenho... E se eu parto quem sabe outrora venho buscar nos teus braços o amor que não pôde ser meu. Seria crueldade permanecer sem saber que agora enquanto escrevo essa carta eu te amo e se eu pudesse ficava, se eu não fosse tão magoada e mesquinha. Mas saiba que é melhor que acabe assim, como se houvesse sido um sonho, do que te decepcionares comigo e viver tristonho nos braços daquela que um dia te amou. E quando conhecer alguém que possa se tornar realidade, talvez percebas que não foi maldade, é só que até os sonhos findam."
Ela o olhou e ele se descalçava.
Tirou a blusa dele, as calças e deixou que ele fizesse o mesmo corando um pouco. Ele inclinava-se sobre ela até que os dois ficaram completamente deitados. Ele abaixou as alças do sutiã de uma forma lenta e gentil que a fizeram se arrepiar toda. Tirou o sutiã, beijou-lhe os ombros, o colo. Mordia suavemente seus mamilos e depois subiam os seus beijos...No colo novamente, no pescoço, no queixo, na boca agora ofegante da menina que mal conseguia pensar em alguma coisa. Então as mãos dele deslizaram no corpo dela, nas coxas, na virilha. Roçava os dedos na calcinha e sorria ao vê-la enlouquecer. Ela tirou e o deixou tocá-la.
Os dedos dele proporcionavam-na um frenesi que ela nunca sentira antes, seu coração estava muito acelerado e seu corpo estava em chamas.Ele deitou ao lado dela e sorriu.
- Que foi, cansou?
- Não, é que eu gosto de ficar te olhando, só te olhando...
Ele estava apaixonado, não haviam dúvidas disso.
Ela subiu em cima dele e enfiou a mão dentro da cueca e ele se contorcia deliciando-se com as carícias dela. Ela tirou a cueca , beijou-lhe o corpo inteiro, até que a vontade de ambos era tanta, mas tanta, que ele a agarrou pelos braços e jogou-a pro lado e, agora por cima dela, foi com força sem que ela esperasse e um arrepio tomou conta de ambos. Ela ofegava e gemia, arranhava-lhe as costas com suas unhas pintadas de Cabaret e o comprimia sobre ela. Ele estava no céu. Foi aumentando o ritmo daquele vai-e-vem, apertava-lhe os seios, mordia-lhe os lábios até que sentiu um prazer tão grande, uma euforia e no instante seguinte foi tudo calmaria...
Deitou um pouco mais baixo e pousou a cabeça no colo dela, fechando os olhos em seguida.
Sentia as frágeis mãos dela alisando seus cabelos, mas de olhos fechados não podia vê-la encarar o espelho quase em frente a ela, parecendo não entender como ali tinha parado.
-Vem, toma um banho comigo, minha princesa...
-Okay.
Ela foi e os dois se beijaram, se abraçaram, conversaram e riram.
Ela vestiu uma blusa dele e deitou-se. Adormeceu enfim...
Acordou com a claridade batendo no seu rosto.
Olhou em volta e não reconheceu o lugar por um instante, até ver as foscas paredes amareladas e o homem ao seu lado...
Percebeu então que havia morrido de vez quando se viu incapaz de continuar com alguém como ele, o único que era bom com ela.
Vestiu suas roupas e partiu
Só sobrou um bilhete.
"Eu sempre fui assim: uma fraca, uma covarde. E eu não espero que você entenda, mas peço que não faça o que eu fiz, não perca-se de si. Tenha esperanças porque eu não as tenho... E se eu parto quem sabe outrora venho buscar nos teus braços o amor que não pôde ser meu. Seria crueldade permanecer sem saber que agora enquanto escrevo essa carta eu te amo e se eu pudesse ficava, se eu não fosse tão magoada e mesquinha. Mas saiba que é melhor que acabe assim, como se houvesse sido um sonho, do que te decepcionares comigo e viver tristonho nos braços daquela que um dia te amou. E quando conhecer alguém que possa se tornar realidade, talvez percebas que não foi maldade, é só que até os sonhos findam."
Nenhum comentário:
Postar um comentário