No momento em que eu me levanto é você a primeira coisa que me aparece na cabeça e é a que também me tranquiliza e me faz adormecer.
Você e esse seu jeito adorável de se importar comigo, de me fazer sentir como se eu fosse alguém especial.
Eu nunca vou poder te agradecer além dessa única forma que eu sei, que é te amar até que tudo feneça.
Por você eu seria o que bem te entendesse... A dominadora, a submissa, a mãe, a mulher, a amante, a amiga, a bruxa, a fada, mas sempre, insdiscutivelmente, sua.
Você me estendeu a mão e eu só quis ganhar seu coração, e eu que sou tão menina me vejo agora cheia de sonhos de mulher, sonhando acordada com teu cheiro que eu nunca senti, com teu beijo que eu nunca provei...
Vou compartilhando então as memórias, os sonhos, as dúvidas, as angústias...E você sempre me entende do princípio ao fim.
Eu odeio que você seja exatamente o que eu preciso. Odeio porque isso envolve uma profecia antiga, talvez tenha sido mesmo uma previsão.
Eu não suporto o tanto que eu preciso de você e ao mesmo tempo te quero livre pra ser tão feliz quanto você me deixa.
Eu não sentiria ciúme das tuas amigas se eu soubesse que teu coração era meu.
Mas me diga então...
Como eu posso ter o coração de alguém que meu tato desconhece, que não sentiu o meu abraço, a minha respiração, que embora seja meu presente simultaneamente ainda seja ilusão?
Como você espera que eu possa atravessar todas as barreiras pra te alcançar se eu não sei se você me quer mesmo ou se gosta de brincar com a minha ingenuidade.
Ainda não sei se você é um homem na carcaça de menino ou menino na carcaça de homem.
De qualquer forma você me encanta, me instiga, me anima...
Até quando me decepciona, até quando disfarça e eu sei que esconde algo ou que tem alguma intenção por trás...
De qualquer forma eu só continuo porque sei o bem que você me faz.
E isso é só o começo...
Eu espero.
Você e esse seu jeito adorável de se importar comigo, de me fazer sentir como se eu fosse alguém especial.
Eu nunca vou poder te agradecer além dessa única forma que eu sei, que é te amar até que tudo feneça.
Por você eu seria o que bem te entendesse... A dominadora, a submissa, a mãe, a mulher, a amante, a amiga, a bruxa, a fada, mas sempre, insdiscutivelmente, sua.
Você me estendeu a mão e eu só quis ganhar seu coração, e eu que sou tão menina me vejo agora cheia de sonhos de mulher, sonhando acordada com teu cheiro que eu nunca senti, com teu beijo que eu nunca provei...
Vou compartilhando então as memórias, os sonhos, as dúvidas, as angústias...E você sempre me entende do princípio ao fim.
Eu odeio que você seja exatamente o que eu preciso. Odeio porque isso envolve uma profecia antiga, talvez tenha sido mesmo uma previsão.
Eu não suporto o tanto que eu preciso de você e ao mesmo tempo te quero livre pra ser tão feliz quanto você me deixa.
Eu não sentiria ciúme das tuas amigas se eu soubesse que teu coração era meu.
Mas me diga então...
Como eu posso ter o coração de alguém que meu tato desconhece, que não sentiu o meu abraço, a minha respiração, que embora seja meu presente simultaneamente ainda seja ilusão?
Como você espera que eu possa atravessar todas as barreiras pra te alcançar se eu não sei se você me quer mesmo ou se gosta de brincar com a minha ingenuidade.
Ainda não sei se você é um homem na carcaça de menino ou menino na carcaça de homem.
De qualquer forma você me encanta, me instiga, me anima...
Até quando me decepciona, até quando disfarça e eu sei que esconde algo ou que tem alguma intenção por trás...
De qualquer forma eu só continuo porque sei o bem que você me faz.
E isso é só o começo...
Eu espero.
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