quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Colombina, my soul mate

Colombina esta noite chorou
Suas tristes lágrimas de amor
Mas não haviam mais lágrimas pra chorar.

Colombina me olhou
E se pôs a conversar
Sobre essa tristeza que carregava no olhar.

Disse que o nome dele era Arlequim
E que ele era um palhaço
E que sem querer ela havia se apaixonado.

Disse: Não vês? Ele ri de mim
E agora eu sou só cansaço
E as peças diminutas que no chão ele havia deixado.

Eu olhei pra Colombina
E ela só olhava pro chão
Eu prefiria que toda dor do mundo fosse minha e não dela.

Ela ainda tão menina
Pra desacreditar no coração
Minha Colombina, Gabriela.

Eu sei que a dor que te fere
Faz com que tudo pareça fora do lugar
Mas minha alma gêmea, não deves te preocupar.

Eu sei que você tá machucada, percebe?
Mas isso não é desculpa pra parar de lutar
Eu sei que seu amor há de vir, quando você menos esperar.

E é por que te amo que componho
E te prometo proteger o teu sonho
Pra hora em que do pesadelo você acordar...

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